
Doces de Frutas Cristalizadas (Maruboro) – Azuchi-Momoyama, c. 1600 d.C.
Preparo
120 min
Porções
4
Sobre esta receita
Doces de Frutas Cristalizadas (Maruboro) – Azuchi-Momoyama, c. 1600 d.C. Período: Azuchi-Momoyama (1573–1603 d.C.)
Período histórico
Período Azuchi-Momoyama · 1573 d.C. – 1603 d.C.
O contato com portugueses e outros estrangeiros contribuiu para transformações na confeitaria e nas técnicas de preparo. Tempurá, kasutera e doces de açúcar são associados a essas trocas, com antecedentes e desenvolvimentos que atravessam períodos. A popularização urbana de várias preparações ocorreu posteriormente.
Adaptação japonesa da marmelada portuguesa, adaptada para cítricos locais no século XVI.
Ressalvas: O açúcar era um item de luxo e a cristalização era uma técnica preciosa de conservação da elite.
Classificação editorial baseada no conteúdo cadastrado; não é certificação de autenticidade histórica.
Ingredientes
- Frutas cítricas (laranja, yuzu, limão)
- 1 xícaraaçúcar
- 1 xícaraágua
Modo de Preparo
Lave bem as frutas e corte em rodelas finas (2-3mm).
Em uma panela, misture o açúcar e a água. Aqueça até dissolver.
Adicione as rodelas de frutas e cozinhe em fogo baixo por 30-40 minutos, até a calda engrossar e as frutas ficarem translúcidas.
Retire as frutas da calda e coloque-as em uma grade para secar.
Deixe secar por várias horas (ou durante a noite).
Sirva como doce ou acompanhamento para chá.
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História & Significado Cultural
📖 Origem da Receita
O maruboro é um doce que tem seu nome derivado do português "marmelada" (doce de marmelo). Chegou ao Japão com os portugueses, que trouxeram a técnica de conservar frutas em açúcar . Os japoneses rapidamente adaptaram a técnica a frutas locais, como yuzu e ume. Estes doces cristalizados eram extremamente caros, pois o açúcar refinado ainda era um produto de luxo. Eram presentes apropriados para a nobreza e a elite samurai, frequentemente apresentados em caixas de laca elaboradamente decoradas.
Informação alimentar
Sem alérgenos.
Classificação pelos ingredientes informados. Confira rótulos e risco de contaminação cruzada; não é garantia para alergias ou doença celíaca.
